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Ementa
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Considerando que é cada vez maior o número de mulheres que se deslocam por razões de trabalho, frequentemente como primeiras provedoras da renda familiar em todo o mundo segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM). Se, historicamente, elas deixavam o país de origem para se casar ou reencontrar o marido, nas últimas décadas, muitas passaram a migrar sozinhas ou na companhia de outras mulheres.
Considerando que a jornada em busca de um recomeço, contudo, não é fácil, conforme relatório da OIM: “Essas mulheres são especialmente vulneráveis à discriminação e ao abuso. Elas enfrentam preconceito por seu status como migrantes e como mulheres. Têm menos acesso a emprego e ganham menos do que os homens e as mulheres nativas”.
Considerando ainda que as mobilizações dos movimentos formados por mulheres migrantes têm protagonizado importantes avanços nas políticas públicas da cidade de São Paulo nos últimos anos em São Paulo. E considerando sobretudo as condições de vulnerabilidade social enfrentada por grande parte das comunidades imigrantes no contexto de crise amplificada pela pandemia e que pouco se tem dados.
Diante do exposto, REQUEIRO, seja convocada uma audiência pública para tratar da situação das mulheres imigrantes na Cidade de São Paulo;
Serão convidados:
- Secretaria Municipal de Direitos Humanos
- Secretaria Municipal da Saúde
- Movimentos sociais
- Campanha NduduzoFica
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